Saúde
Aparecida do Taboado está entre as cinco cidades sem registros de chikungunya no Estado
Levantamento da SES aponta cenário de incidência média em Mato Grosso do Sul e confirma mortes em diferentes municípios.
Por Mauro Silva•14/04/2026 às 12:18

Para conter o Aedes, Ovitrampas foram instaladas em Aparecida do Taboado (Foto: Arquivo/DICOM)
Mato Grosso do Sul segue apresentando um nível considerado intermediário de incidência de chikungunya. Conforme dados atualizados até 10 de abril no mais recente Boletim Epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde (SES), apenas cinco dos 49 municípios sul-mato-grossenses ainda não notificaram casos prováveis da doença.
As cidades de Alcinópolis, Aparecida do Taboado, Aral Moreira, Japorã e Tacuru permanecem sem registros até o momento. Além delas, outros dez municípios não contabilizaram casos confirmados da infecção.
As cidades de Alcinópolis, Aparecida do Taboado, Aral Moreira, Japorã e Tacuru permanecem sem registros até o momento. Além delas, outros dez municípios não contabilizaram casos confirmados da infecção.

Chikungunya também é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti (Foto: Ilustrativa)
Entre as demais localidades, 16 já atingiram patamar elevado de incidência, caracterizado por mais de 300 casos a cada 100 mil habitantes. Outras 23 cidades estão na faixa intermediária, com média aproximada de 200 casos por 100 mil moradores.
O boletim também confirma 10 mortes causadas pela doença no Estado. Dourados concentra a maior parte dos óbitos, com seis registros. Também foram contabilizadas mortes em Bonito (1), Jardim (2) e Fátima do Sul (1). Segundo as informações, apenas cinco das vítimas tinham comorbidades. Há ainda quatro óbitos sob investigação.
A doença é transmitida mosquito Aedes aegypti, através da picada da fêmea infectada pelo vírus. É o mesmo vetor que transmite a dengue e a zika.
O boletim também confirma 10 mortes causadas pela doença no Estado. Dourados concentra a maior parte dos óbitos, com seis registros. Também foram contabilizadas mortes em Bonito (1), Jardim (2) e Fátima do Sul (1). Segundo as informações, apenas cinco das vítimas tinham comorbidades. Há ainda quatro óbitos sob investigação.
A doença é transmitida mosquito Aedes aegypti, através da picada da fêmea infectada pelo vírus. É o mesmo vetor que transmite a dengue e a zika.
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