Economia
Baixos valores pagos ao produtor de leite preocupam a Aprolat
Presidente César Júnior alerta que produtores de Aparecida do Taboado amargam prejuízos por causa da estagnação dos preços e da falta de apoio governamental.
Por Mauro Silva•13/11/2025 às 20:52

Cadeia produtiva do leite tem sofrido com a crise no setor (Foto: Arquivo/Agência de Notícias MS)
O presidente da Associação de Produtores de Leite de Aparecida do Taboado (Aprolat), César Júnior, manifestou preocupação com a crise enfrentada pelo setor leiteiro. Em entrevista ao RCN Notícias da Rádio Cultura FM nesta quinta-feira (13/11), ele afirmou que o preço pago ao produtor está estagnado há meses, situação que se repete em todo o país.
Segundo César Júnior, fatores como a estiagem prolongada, o aumento das importações de leite da Argentina e do Uruguai e a manutenção dos baixos valores pagos pela indústria agravaram a crise em 2025. “Estamos atravessando um momento muito difícil. Muitos produtores locais estão pensando em abandonar a atividade, pois os custos não param de subir e o preço recebido pelo litro de leite praticamente não muda”, destacou o presidente da Aprolat.
Ainda de acordo com a entidade, Aparecida do Taboado produz atualmente cerca de 15 mil litros de leite por dia, volume que pode cair caso mais produtores deixem o setor. César Júnior também cobrou maior atenção do Governo Federal e medidas de incentivo para garantir a sobrevivência da cadeia leiteira.
Segundo César Júnior, fatores como a estiagem prolongada, o aumento das importações de leite da Argentina e do Uruguai e a manutenção dos baixos valores pagos pela indústria agravaram a crise em 2025. “Estamos atravessando um momento muito difícil. Muitos produtores locais estão pensando em abandonar a atividade, pois os custos não param de subir e o preço recebido pelo litro de leite praticamente não muda”, destacou o presidente da Aprolat.
Ainda de acordo com a entidade, Aparecida do Taboado produz atualmente cerca de 15 mil litros de leite por dia, volume que pode cair caso mais produtores deixem o setor. César Júnior também cobrou maior atenção do Governo Federal e medidas de incentivo para garantir a sobrevivência da cadeia leiteira.
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